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Aconteceu com Margarida

Jogo

Joguinho

Brincadeiras com Sucatas

Mensagem para início do ano

Para quem prefere em Maiusculo:


E para quem não se importa em ser em letra minuscula:


Créditos: Gisela Garcia ao grupo Andreia Dedeana

Texto para o 1º dia de aula...

SUGESTÕES PARA A 1ª SEMANA DE AULA - O QUE NÃO PODE FALTAR!


Lembre-se da importância do registro diário da rotina do dia na lousa (Contrato pedagógico).

1º dia
– Dar boas vindas/ recepção
- Apresentação do professor
- Apresentação dos alunos/ Quem sou eu?
- Dinâmica para interação/socialização. Quais são seus desejos para este ano? (lembra-los que seus desejos podem estar em suas mãos). (desenhar a mão e em cada dedo, escrever um desejo ou árvore registrando em suas folhas.)
- Falando de boas maneiras, filas organizadas etc...
- Recreio, como se comportar?
- Dar importância à leitura diária desde o 1º dia de aula.

Para as 1ª series:

- O acolhimento afetivo é fundamental.
- Conhecer a escola e seus funcionários e aprender a respeitá-los.
- Dar importância a: brincadeiras, faz de conta, músicas, o desenho e historinhas, bem como a leitura pelo professor.

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2º dia
- Um pouco de conversa faz bem. Aprender a falar um de cada vez.
- Boas maneiras, sempre!
- E os aniversariantes do mês?
- Hora da leitura
- Onde vivemos? Explorar bem: O Planeta Terra, Eu e o meio ambiente/desenhe.
- Dar início a construção das Normas de convivência, que devera estar fixada em lugar visível da classe.


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3º dia


- Lembre-se de que os 1º dias serão decisivos para o decorrer do ano, seja firme.
- Cuidar do patrimônio escolar faz parte do meu dia a dia.
- Reforçar bem: quem faz a escola somos nós, somos responsáveis por ela.
- O que posso fazer para conservar a escola sempre bonita.
- Música do patrimônio (Chapeuzinho Vermelho)
Uma escola limpa é bem diferente
Ela é bonita e faz bem pra gente
Se você é limpo você e esperto
Todo vai querer você por perto
Tome cuidado
Olhe a limpeza 2 vezes
Uma escola limpa
É sempre uma beleza.

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4º dia


- Reforçar aulas anteriores.
- Retomando: Quem sou eu?/ dados pessoais – registrar/desenhar.
- Eu e minha família – montar a arvore Genealógica.
- Dinâmica da boneca:
- Cada criança recebe uma folha sulfite e a professora vai falando como deverão desenhar ex: A cabeça é um quadrado,
- a boca uma banana,
- o nariz um garfo,
- um olho é um coco,
- o outro um botão,
- o pescoço uma escada,
- a barriga um travesseiro,
- um braço um guarda chuva,
- o outro uma colher,
- uma perna é um objeto pesado,
- o outro um objeto leve. Etc...
- A criança devera escolher um nome, onde ele vive e o que come.
- Conversar sobre o respeito as diferenças, enfocando os diferentes desenhos que fizeram.
- Como estão as normas de convivência da nossa sala?
- Escolhendo o representante da classe e seu vice,

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5º dia


- Retomando aulas anteriores.
- Um pouco de cidadania: O outro em nossa vida. O que posso fazer para ajuda-lo?
- A escola faz parte do nosso meio ambiente?
- O que é meio ambiente?
- Como proteger o meio ambiente?
- Leitura da fabula do beija-flor. Pergunta: Qual foi o ato de cidadania praticado pelo beija-flor?
Era uma vez uma floresta encantada, onde todos os animais viviam em paz.
Ao amanhecer de um certo dia, todos os animais começaram a correr,fugindo de um grande incêndio.
Eis que, naquele momento, uma cena muito estranha acontecia.
Um beija-flor voava da cachoeira ao fogo, levando gotas d'água em seu pequeno bico, tentando amenizar o grande incêndio.
O elefante, admirado com tamanha coragem, chega e pergunta ao beija-flor:
- Seu beija-flor, o senhor está ficando louco?Não está vendo que não vai conseguir apagar esse incêndio com gotinhas d'água?Fuja enquanto é tempo!
E o beija-flor responde:
- Sei que apagar este incêndio não é problema só meu.Eu apenas estou fazendo aminha parte!Esta floresta é meu lar, e não se abandona um lar antes de lutar para salvá-lo!


- Direitos e deveres do aluno.
- Hino nacional todas as 6ª feiras.


Lembre-se sempre:
Você faz a diferença!!!


Fonte: colega Marcia Livia da Silva ao grupo Professores Solidários

PLANO DE ENSINO Turma: Jardim II ( PERÍODO INTEGRAL)

Galera...os planejamentos abaixo recebi pelo Andreia Dedeana,
então todos os créditos são das meninas que os montaram!!

Áreas de conhecimento

- Conhecimento Lingüístico:
• . Linguagem oral
• . Linguagem escrita
-Artes:
• Expressão plástica
• Expressão corporal
• Música
- Matemática
- Conhecimento de Mundo:
• . Ciências naturais
• . Ciências sociais

Objetivos:

- Conhecimento Lingüístico:

• Saber usar a língua como veículo de comunicação;
• Perceber a diferença entre palavra falada e escrita, iniciando-se a sistematização da alfabetização;
• Desenvolver a capacidade de pensar e expressar idéias;
• Expandir a capacidade de criação;
• Familiarizar-se com a leitura e escrita por meio do manuseio de livros, revistas e outros portadores de texto e da vivência de diversas situações nas qual seu uso se faça necessário;
• Reconhecer, ler e escrever o alfabeto;
• Desenvolver a habilidade de utilização de meios naturais de comunicação: linguagem, visão, audição, tato;
• Desenvolver atitudes de cooperação e iniciativa;
• Desenvolver destrezas e habilidade de acordo com as possibilidades individuais;
• Desenvolver a habilidade de expressar as vivências emocionais;
• Desenvolver a coordenação motora;
• Desenvolver a criatividade;
• Adquirir habilidades e soluções próprias através do desenho, da pintura, da construção, da modelagem, etc.

- Estratégias:

• Roda da conversa;
• Utilização de crachá;
• Alfabeto móvel;
• Confecção de cartazes;
• Atividades mimiografadas;
• Apresentação de histórias, músicas, poesias, parlendas.
• Jogos diversos (bingo de letras, quebra-cabeça letra/desenho, etc.);
• Leitura compartilhada;
• Proporcionar exercícios de atitudes de cortesia (bom dia, com licença, por favor, obrigado, desculpe-me, etc);
• Pesquisa, recorte e colagem.

Objetivos:

- Matemática:

• Preparar a criança para a vida, desenvolvendo seu raciocínio lógico e rápido, resolvendo pequenos desafios do dia a dia e descobrindo o mundo que a cerca através de novas experiências;
• Reconhecer a importância dos números em situações do cotidiano;
• Reconhecer e escrever numerais, relacionando-os a sua quantidade;
• Utilizar corretamente o vocabulário matemático (perto/longe, dentro/fora, maior/menor, mais/menos, etc).

Estratégias:

• Exploração do calendário;
• Bingo de números e quantidades;
• Uso de material concreto para contagem;
• Atividades mimiografadas;
• Jogos diversos;
• Brincadeiras;
• Pesquisas, recorte e colagem.

Objetivos:

- Artes:

• Produzir trabalhos utilizando a linguagem artística, o cuidado e respeito pelo processo de criação pessoal e coletiva;
• Organizar e cuidar dos materiais utilizados bem como do ambiente de produção;
• Apreciar o próprio trabalho e o dos colegas;
• Explorar e identificar elementos da música para se expressar, interagir com os outros e ampliar seu conhecimento de mundo;
• Conhecer e ordenar seus movimentos;

Estratégias:

• Propiciar atividades plásticas, que utilizem materiais diversificados, criando um ambiente de uso coletivo e organização dos materiais, assim como de apreciação dos próprios trabalhos e dos colegas;
• Ouvir as músicas para apreciação;
• Cantar vivenciando os movimentos da música;
• Desenvolver atividades que explorem o corpo e suas capacidades.

Objetivos:


- Conhecimento de Mundo:

• Interessar-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social e natural;
• Estabelecer algumas relações entre o modo de vida característico de seu grupo social e de outros grupos;
• Estabelecer algumas relações entre o meio ambiente e as formas de vida que ali se estabelecem, valorizando sua importância para a preservação das espécies e para a qualidade de vida humana.

Estratégias:

• Roda da conversa;
• Confecção de cartazes;
• Atividades mimiografadas;
• Atividades que envolvam a observação;
• Levantamento dos conhecimentos prévios;
• Uso de músicas e filmes sobre o tema;
• Pesquisas, recortes e colagens.


Projetos que serão desenvolvidos no decorrer do ano letivo:

1. Artes:

• 1º semestre – Tarsila do Amaral.
• 2º semestre – Romero Brito.

2. Eca:

• Mês de outubro.

3. Movpaz:
• Todo o ano letivo.

Fevereiro
Tema: Identidade – Família – Valores

Justificativa:
Pretendemos que a criança se conheça e se adapte a escola e a vida social, desenvolvendo atitudes de polidez, respeito e compreenda a necessidade de cooperação de todos os membros da família e da escola entre si.

Objetivos: específicos:
• Levar os alunos a identificar o corpo humano como um todo e as partes que o compõem desenvolvendo hábitos de higiene;
• Levar a criança a identificar as pessoas da família e valorizá-la;
• Levar a criança a demonstrar cortesia e urbanidade no trato com os outros.

Conteúdo:

Conhecimento Lingüístico:
. Linguagem oral:
• histórias;
• Interações através da linguagem;
• descrição de cenas em família;
• conversa sobre o respeito ao próximo, direitos e deveres.

. Linguagem escrita:
• desenho da criança, familiares.
• reconhecimento e escrita do nome;
• reconhecer, ler e escrever letras do alfabeto contextualizadas.

. Expressão plástica:
• massa de modelar;
• giz de cera;
• quebra-cabeça e colagem do corpo humano;
• recorte com a mão e tesoura;
• uso correto da cola;
• colagem de papel picado.

. Expressão corporal e musical:
• movimento do corpo com uso de música;
• brincadeiras sobre valores;
• músicas envolvendo o nome das crianças.

Matemática:
• número de irmãos;
• relações de parentesco;
• seriação (tamanho, idade);
• classificação (objetos de uso da família);
• exploração de conhecimento do corpo;
• noções de grandeza: maior/menor, grosso/fino, alto/baixo;
• noções de tempo (calendário - dia da semana, mês, ano);
• simbolização (tempo: ensolarado, nublado, chuvoso);
• figura geométrica (quadrado);
• cores primárias;
• seriação dos familiares: mais velho, mais novo.

Conhecimento de Mundo:
. Ciências naturais:
• ser humano;
• conhecimento das etapas da vida;
• conhecimento das partes do corpo;
• exploração dos órgãos dos sentidos;
• necessidades do homem (água, alimento, ar);
• higiene do corpo.

Ciências naturais:
• conhecimento das verduras, legumes, frutas;
• como consumi-los;
• como são preparados;
• características dos diferentes instrumentos de trabalho (forma, tamanho, material, etc).


. Ciências sociais:
• os produtos que usamos em casa (alimentos, higiene, etc):
• quem produz;
• onde vende.
• trabalho dos alunos (tarefas, brincadeiras);
• as diferentes profissões;
• qual a função social de algumas profissões (as pesquisadas pelos alunos);
• ser generoso (Projeto Movpaz).

Junho/2009
Tema: Festa Junina - zona urbana- zona rural


Justificativa:
Fazer com que as crianças compreendam a importância da interdependência entre o ambiente urbano e rural e a origem folclórica da Festa Junina.

Objetivos: específicos;
• Levar as crianças a conhecerem os usos e costumes das Festas juninas;
• Levar os alunos a perceberem que a zona urbana depende da zona rural e vice e versa.

Conteúdo:

Conhecimento Lingüístico:
. Linguagem oral:
• músicas típicas;
• lendas;
• origem da quadrilha;
• fogos de artifício, balão, bombinha;
• instrumentos usados nas festas (sanfona, violão, etc);
• a origem da festa junina (folclore).

. Linguagem escrita:
• pesquisa de comidas típicas;
• convites;
• reconhecer, ler e escrever letras do alfabeto contextualizadas.



. Expressão plástica:
• recorte/colagem; confeccionar caipirinhas (roupas, chapéu).
• quebra cabeça;
• construção de dobraduras juninas;
• cores (bandeirinhas, balão, fichas, etc);
• confecção de bandeirinhas.

. Expressão corporal e musical:
• danças juninas;
• movimentar-se ao ritmo de músicas lentas ou cantadas;
• cantar músicas folclóricas com gestos.

Matemática:
• quantidades (pesquisa das preferências da classe: comidas),
doces, etc);
• estabelecer agrupamentos de acordo com critérios: doce/ salgado;
• sequenciação de formatos de bandeirinhas.

. Ciências naturais:
• alimentos da festa junina (curau, pipoca, pé de moleque, etc);
• como é o sítio;
• como é a cidade.

. Ciências sociais:
• a importância do trabalho agrícola;
• a interdependência da zona urbana e rural;
• ouvir para compreender (Projeto Movpaz).

Julho/2009
Tema: Revisão dos conteúdos anteriores


Justificativa:
Retomar os conteúdos fixando que a harmonia, partilha, respeito e educação devem ser usados tanto no convívio escolar como o social.

Objetivos: específicos:
• Levar a criança a perceber que deve viver com educação, respeito e saber partilhar não somente seus bens, mais também a troca de conhecimentos, experiências, etc.

Conteúdo:

Conhecimento Lingüístico:
. Linguagem oral:
• ampliação do vocabulário;
• conversas sobre os trabalhos;
• histórias.

. Linguagem escrita:
• escrita de palavras significativas;
• desenhos de histórias;
• desenho livre.

. Expressão plástica:
• recorte/colagem;
• trabalho com massinha (livre);
• pintura (livre);
• cores (mistura de cores já trabalhadas).

. Expressão corporal e musical:
• brincadeiras diversas – pular corda, amarelinha, morto - vivo, passa anel, etc;
• localizar a direção do som.

Matemática:
• números (referente aos conteúdos já trabalhados);
• jogos.

.Conhecimento natural:
• alimentos;
• higiene.

. Conhecimento social:
• trabalho na nossa escola – arrumar a sala, cuidar para conservação da escola, cuidar do material da sala.


Agosto/2009
Tema: Aniversário de Piracicaba – Folclore – Dia dos Pais – Água


Justificativa:
Iniciar o conhecimento da sua cidade partindo do seu próprio meio (lar), mostrando seus pontos turísticos e manifestações folclóricas.
Valorizar e respeitar o pai.

Objetivos: específicos:
• Levar os alunos a perceberem que o folclore se manifesta em todos os dias de aula durante o ano;
• Levar os alunos a valorizarem a figura paterna;
• Levar os alunos a conhecerem a história de Piracicaba, seu rio e conhecer seus pontos turísticos preservando-os;

Conteúdo;

Conhecimento Lingüístico:
. Linguagem oral;
• músicas típicas (Piracicaba – Folclore);
• histórias;
• lendas;
• pesquisa e música para o Papai.

. Linguagem escrita:
• construção de livro com os pontos turísticos de Piracicaba;
• desenho (Piracicaba – folclore);
• reconhecer, ler e escrever letras do alfabeto contextualizadas.

. Expressão plástica:
• dobraduras;
• pintura – lembrança para o Papai;
• modelagem;
• desenho dos pontos turísticos de Piracicaba.

. Expressão corporal e musical:
• brincadeiras folclóricas;
• executar movimentos simples de braços imitando o professor;
• músicas populares e comemorativas.

Matemática:
• localização no tempo e sequenciação: antes/depois, ontem/hoje, etc;
• nossa cidade ontem e hoje.

.Conhecimento natural:
• Rio Piracicaba – água;
• importância da água no meio ambiente;
• peixes;
• lixo.

. Conhecimento social:
• Rio Piracicaba – ontem e hoje;
• como o homem utilizou o rio no passado e no presente;
• importância da água na vida das pessoas;
• como preservar o rio;
• promover um consumo responsável (Projeto Movpaz).

Setembro/2009
Tema: Primavera – Dia da árvore - Estações do ano


Justificativa:
Que as crianças através da observação da natureza percebam que as leis naturais não dependem totalmente da ação do homem e que devemos nos vestir de acordo com as condições do tempo.

Objetivos: específicos:
• Levar as crianças a saberem identificar as estações do ano e definir qual a roupa e alimento adequado a cada estação.

Conteúdo:

Conhecimento Lingüístico:
. Linguagem oral:
• música;
• histórias;
• pesquisa.

. Linguagem escrita:
• desenho;
• produção de álbuns;
• reconhecer, ler e escrever letras do alfabeto contextualizadas;
• colagem de galhos;
• confecção de dobraduras;
• pintura com esponja.

. Expressão corporal e musical:
• dramatização das estações do ano;
• escutar músicas clássicas.

Matemática:
• noções de números (trabalho com diferentes, quantidade);
• classificação (folhas, sementes);
• percepção da forma como atributo dos objetos;
• seqüências (trabalhar com sementes);
• comparação de quantidades;
• seqüências (montar cenas em seqüências lógicas - amanhecer, meio dia, entardecer, noite).

.Conhecimento natural:
• clima (em cada estação);
• dia e noite;
• partes da planta;
• plantio de uma semente (observar seu nascimento, regar, cuidar).

. Conhecimento social:
• as roupas de cada estação (como eram as roupas usadas pelas pessoas no início da nossa cidade);
• redescobrir a solidariedade (Projeto Movpaz).

Outubro/2009
Tema: Criança – animais

Justificativa:
Recordar com as crianças as antigas brincadeiras e da posse responsável.

Objetivos: específicos:
• Levar os alunos a perceberem que os animais são seres vivos;
• Levar os alunos a recordarem antigas brincadeiras.

Conteúdo:

Conhecimento Lingüístico:
. Linguagem oral.
• músicas diversas;
• histórias;
• conversas interativas;
• ampliação de vocabulário.

. Linguagem escrita:
• desenho (montagem de cartaz);
• reconhecer, ler e escrever letras do alfabeto contextualizadas.

. Expressão plástica:
• montagem (quebra-cabeça, palhaço, cartaz, semáforo, etc);
• construção (brinquedos);
• pintura com giz molhado;
• dobraduras de animais.

. Expressão corporal e musical:
• brincadeiras (bola, corda, amarelinha, etc);
• representação (teatro, música).

Matemática:
• seqüências (figuras geométricas, brincadeiras);
• seqüências de palavras (Amarelo, Bola, Criança. Dado, etc).

.Conhecimento natural:
• a criança (ECA - cuidado com a alimentação, higiene, saúde);
• cuidados com os animais-posse responsável;
• características de animais.

. Conhecimento social:
• a criança (ECA - direitos e deveres);
• animais na vida do homem (trabalho, alimentação);
• preservação dos animais (animais em extinção);
• rejeitar a violência (Projeto Movpaz)
Novembro/2009
Tema: – Diversidade Cultural (Dia da Consciência Negra)- Trânsito

Justificativa:

Valorizar todas as pessoas mostrando-lhes a sua forma de vida, alimentação, trabalho, música e dança,enfatizando o respeito à diversidade e mostrar a importância da obediência dos sinais de trânsito para a segurança.

.
Objetivos: específicos:
• Levar as crianças a respeitar e aceitar a diversidade;
• Levar os alunos a reconhecerem os sinas de trânsito.

Conteúdo:

Conhecimento Lingüístico:
. Linguagem oral:
• histórias;
• conversas interativas;
• ampliação de vocabulário.

. Linguagem escrita:
• produção de álbuns;
• reconhecer, ler e escrever letras do alfabeto contextualizadas;
• desenho.

. Expressão plástica:
• pinturas;
• montagem (semáforo);
• construção com sucata (carrinho, caminhão, etc);
• massa de modelar;
• Construção de painel sobre diversidade cultural.


. Expressão corporal e musical:
• brincadeiras;
• dramatização (sinais de trânsito);
• participação de jogos cantados.

Matemática:
• correspondência (pelo uso, forma, cor, tamanho, etc);
• noções de direção e sentido: para frente/para trás; para direita/para esquerda, para cima/para baixo, no mesmo sentido/em sentidos contrários, meia volta/ uma volta (de forma lúdica);
• idéia de quantidade;
• idéia de juntar e tirar quantidades.


.Conhecimento natural:
• importância da boa convivência com pessoas diferentes;
• a poluição (ônibus, carro, trem, etc).


. Conhecimento social:
• as ruas, avenidas, pistas (utilização);
• reconhecimento e valorização da diversidade dos grupos sociais em relação à etnia e cultura;
• respeitar e entender as diferenças (Projeto Movpaz).

Dezembro/2009
Tema: Natal (paz, amor, respeito).


Justificativa:
Despertar na criança todos os valores trabalhados durante o ano inserindo o verdadeiro significado do Natal.

Objetivos: específicos:
• Conhecer o verdadeiro significado do Natal.

Conteúdo:

Conhecimento Lingüístico:
. Linguagem oral:
• músicas natalinas e hino;
• histórias;
• conversas.

. Linguagem escrita:
• desenho (cartão);
• produção de livros;
• reconhecer, ler e escrever letras do alfabeto contextualizadas;

. Expressão plástica:
• confecção de cartões;
• pinturas;
• montagem de árvore de natal;
• dobraduras;
• construção de painel com tema Movpaz.

. Expressão corporal e musical:
• dança;
• representação;
• brincadeiras.

Matemática:
• seqüências numéricas (bolas coloridas);
• cores (enfeites).

.Conhecimento natural;
• alimentação (festa natalina);
• calor – cuidado com nosso corpo – água, alimentação leve.

. Conhecimento social:
• reunião familiar: respeito, amor, paz, alegria, etc;
• costumes da sociedade: troca de presentes, amigo secreto.


OBS1: As letras e numerais serão trabalhados no decorrer do ano contextualizado com o conteúdo desenvolvido.
OBS2: O planejamento é flexível.

AVALIAÇÃO

Objetivos:

A avaliação se destina a obter informações e subsídios capazes de favorecer o desenvolvimento das crianças e a ampliação de seus conhecimentos e dispondo dos principais elementos relativos as informações pode-se planejar, direcionar e redirecionar nosso trabalho cotidiano.
Desta forma, a avaliação não se fixa apenas em medir, comparar ou julgar, mas tem uma grande importância social e política no fazer educativo, estando presente em todas as atitudes e estratégias avaliativas que adota-se.
É necessário que a avaliação seja capaz de trazer elementos de crítica e transformação ativa para o trabalho.
Sendo assim, todos são objeto e sujeito da avaliação: professor equipe de orientação, supervisão e direção, funcionários da secretaria, cozinha, crianças, pais, pois todos constroem conhecimentos encontrando dúvidas e dificuldades, fazendo progressos e reestruturando suas formas de ação buscando alcançar os objetivos traçados.


Planejamento Anual - Jardim I

Planejamento Anual

Objetivos Gerais
• Desenvolver a atenção;
• Adquirir o hábito de ouvir, falar e organizar o pensamento lógico;
• Posicionar – se de maneira critica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando o dialogo como forma de mediar conflitos e de tomar decisões coletivas;
• Desenvolver o interesse pelas descobertas feitas por meio de situações concretas na sala;
• Enfrentar e compreender novas situações;
• Transmitir valores como: noções de cidadania, respeito ao próximo, disciplina e solidariedade.
• Despertar o interesse pelas descobertas feitas durante as atividades;
• Participar das atividades com interesse e satisfação;
• Familiarizar – se com a imagem do próprio corpo;
• Desenvolver noções de cidadania;
• Ampliar a maneira de ver as coisas;
• Estimular as percepções sensoriais.

Conteúdos
Língua Portuguesa


• Atividades:
- Coordenação motora
- Orientação espacial
- Análise e síntese
- Percepção auditiva
- Comunicação
• As vogais
• Revisando as vogais
• Juntando as vogais
• Vamos brincar

Matemática

• Labirinto
• Cores
- Vermelho
- Amarelo
- Azul
- Verde
• Seqüência lógica
• Completando figuras
• Conceitos básicos : igual e diferente
• Quantidade
- Muito – pouco
- Mais – menos
- Mesma quantidade
• Tamanho
- Grande – pequeno
- Maior – menor
- Alto – baixo
- Comprido – curto
• Espessura
- Grosso – fino
- Largo – estreito
• Posição
- Longe – perto
- Em cima em baixo
- Dentro – fora
- Aberto – fechado
• Medidas
- Leve – pesado
- Cheio – vazio
• Geometria
- Curvas fechadas
- Curvas abertas
- Circulo
- Quadrado
- Triangulo
• Os numerais
- 0 a 9
- Revisão
• Vamos brincar

Natureza
• Nosso corpo
• Órgãos dos sentidos
• Hábitos de higiene
• Os animais
• As plantas
• O dia e a noite
• O Sol e a chuva
• Vamos brincar

Sociedade
• A criança
• A família
• A casa
• A escola
• A comunidade
• Meios de transporte
• Meios de comunicação
• As profissões
• Datas comemorativas
• Vamos brincar

Metodologias Gerais
As aulas serão desenvolvidas numa interação, utilizando – se dos recursos:
• Bingos
• Dialogo
• Álbum de fotos
• Livro didático
• Cartazes
• Passeios
• Desfiles e apresentações
• Materiais concretos
• Semáforos –jornais
• Desenhos livres – cantinho da leitura
• Teatro – desenhos literários
• Fantoches – quadro e giz
• Dedoches – tarefas xerocopiadas
• Recorte – colagens – exposições
• Filmes – musicas – poesias
• Historias
• Dramatizações
• Dinâmicas diversas
• Jogos – brincadeiras
• Pintura a dedo

Avaliação Geral
No que se refere à avaliação, ela deve ser entendida como um instrumento de compreensão do nível de aprendizagem dos alunos em relação aos conceitos estudados às competências e às habilidades desenvolvidas. Essa relação deve ser continua para que o educador consiga perceber os avanços e as dificuldades dos alunos e, assim reavaliar sua prática e , se for preciso redirecionar suas ações.

Quanto às avaliações individuais, é importante observar o desempenho da criança quanto a:
• Participação
• Disciplina
• Atenção
• Coordenação visual e motora
• Cooperação
• Justiça
• Interesse
• Desenvolvimento da aprendizagem
• Higiene
• Raciocínio lógico

Planejamento Anual 2º Período

Linguagem Oral e Escrita

Objetivos:
1. Desenvolver a capacidade de expressar-se oralmente com a clareza necessária para ser compreendido.
2. Estimular o interesse pela descoberta do código escrito no meio em que vive.
3. Desenvolver a habilidade de identificar e traçar corretamente as letras e números.
Fevereiro
• Coordenação Visomotora
• Grafismos
• União de pontos
• Desenhos, Pinturas, Recorte e Colagem,
• Labirinto
• Dobraduras
• Vogais - A a, E e, I i, O o, U, u
• Recorte e Colagem
• A escrita como forma de comunicação
• Relatos de experiências
• Conversas
• Histórias
• Ampliação de Vocabulário
• Sons
Março
• Percepção visual
• Identificação de partes do todo
• Descobrir diferenças
• Localizar semelhanças
• Encontros vocálicos
• Revisão das vogais - a, e, i, o u.
• Recorte e Colagem
• A escrita como forma de comunicação
• Relatos de experiências
• Conversas
• Histórias
• Ampliação de Vocabulário
• Sons
• Encontro de vogais
Abril
• Recorte e Colagem
• A escrita como forma de comunicação
• Relatos de experiências
• Conversas
• Histórias
• Ampliação de Vocabulário
• Sons
• Desenhos
• Letras B - C - D
Maio
• Trabalhar com as consoantes
• Identificar e grafar as consoantes minúsculas e maiúsculas
• As letras F - G - H
• Recorte e Colagem
• A escrita como forma de comunicação
• Relatos de experiências
• Conversas
• Histórias
• Ampliação de Vocabulário
• Sons
• desenhos
Junho/Julho
• As letras J - K - L
• Recorte e Colagem
• A escrita como forma de comunicação
• Relatos de experiências
• Conversas
• Histórias
• Ampliação de Vocabulário
• Sons
• Desenhos
Agosto
• As Letras M - N - P
• Recorte e Colagem
• A escrita como forma de comunicação
• Relatos de experiências
• Conversas
• Histórias
• Ampliação de Vocabulário
• Sons
• desenho
Setembro
• As letras Q - R - S
• Recorte e Colagem
• A escrita como forma de comunicação
• Relatos de experiências
• Conversas
• Histórias
• Ampliação de Vocabulário
• Sons
• Desenhos
Outubro
• As letras T - V - W
• Recorte e Colagem
• A escrita como forma de comunicação
• Relatos de experiências
• Conversas
• Histórias
• Ampliação de Vocabulário
• Sons
• Desenhos
Novembro
• As Letras X - Y - Z
• Recorte e Colagem
• A escrita como forma de comunicação
• Relatos de experiências
• Conversas
• Histórias
• Ampliação de Vocabulário
• Sons
• Desenhos
• Nome completo
Dezembro
• Nome completo de letra cursiva
• Revisão do alfabeto e famílias silabicas
• Recorte e Colagem
• A escrita como forma de comunicação
• Relatos de experiências
• Conversas
• Histórias
• Ampliação de Vocabulário
• Sons

Matemática

Objetivos:
1. Desenvolver na criança a capacidade de pensar logicamente;
2. Trabalhar problemas relacionados ao seu cotidiano para melhor entendimento do meio em que vive.
Fevereiro
• Coordenação motora
• Numerais de 0, 1 e 2
• Grafismo
• Contorno de figuras
• Desenho
• Pintura
• Recorte e Colagem
• Labirinto
Março
• Discriminação Visual
• Números 3, 4 e 5
• Forma e cor
• Igual/Diferente
• Camuflagem
• Complementação de figuras
• Detalhes de cena
• Relações e afinidades
Abril
• Orientação temporal
• Antes/depois
• Ontem/hoje/amanhã
• Dia/noite
Maio
• Orientação espacial
• atrás/na frente/no meio/entre
• aberto/fechado
• de frente/de costas
• em cima/embaixo
• em pé/deitado/sentado
• mais longe/mais perto
• mesma posição/posição diferente
• Números 6, 7, 8, 9 e 10
Junho/Julho
• Noções de geometria
• Linhas abertas e fechadas
• Números 11 e 12.
• Mesma forma
• Triângulo - Quadrado - Círculo
Agosto
• Relações de dimensão
• curto/comprido
• grande/pequeno/mesmo tamanho
• grosso/fino
• mais alto/mais baixo
• Revisão dos números de 0 a 12.
Setembro
• Seqüência e seriação - números
• Relações de massa e volume
• cheio/vazio
• leve/pesado
• Ontem/hoje/amanhã (revisar)
Outubro
• Relações de quantidade
• Mais/menos/ muito/pouco/nenhum
• Números 13, 14 e 15.
Novembro
• Noções de adição/subtração
• Noções de conjunto
• Números 15, 16, 17, 18, 19 e 20
• Par/ímpar
Dezembro
• Revisão de toda a matéria
Natureza e Sociedade

Objetivos:
1. Aprofundar as vivências relacionadas à família, à escola, ao grupo de amigos e colegas;
2. Levar a criança a incorporar normas de conduta social, costumes e convenções que fazem parte da cultura em que vive e que são exigidos no processo de adaptação do sujeito à sociedade a que pertence;
3. Organizar e sistematizar os conhecimentos relacionados com a natureza em transformação, aos seres vivos, à ecologia e à qualidade de vida (higiene e saúde).
FEVEREIRO
Carnaval.
A origem do nome.
Endereço e Telefone
Descendência familiar.
MARÇO
O bairro e a origem da Escola.
ABRIL
Os tipos de casa e as localizações.
Quais os tipos de habitantes.
Dia do Índio e Descobrimento do Brasil
Páscoa
MAIO
As profissões.
O trabalho.
Dia das mães.
JUNHO/JULHO
Cidades e Regiões
Festa Junina
AGOSTO
Folclore
Dia dos Pais
SETEMBRO
Os meios de Transporte e o Trânsito.
Dia da Árvore
Primavera
OUTUBRO
Animais em extinção.
Dia das Crianças
NOVEMBRO
Proclamação da República e Dia da Bandeira
Meios de Comunicação
DEZEMBRO
Natal

Pensamentos legai para TCC, Projetos, Livros, BIlhetes, tc


“O professor não ensina, mas arranja modos de a própria criança
descobrir. Cria situações-problemas".
(Jean Piaget)

"Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes
brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”.
(Paulo Freire)

”Ler não é decifrar, escrever não é copiar".
(Emilia Ferreiro)

"Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem”.
( Carlos Drummond de Andrade )

"Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino".
(Paulo Freire)

Há quem diga que todas as noites são de sonhos.
Mas há também quem garanta que nem todas, só as de verão.
Mas no fundo isso não tem muita importância.
O que interessa mesmo não são as noites em si, são os sonhos.
Sonhos que o homem sonha sempre.
Em todos os lugares, em todas as épocas do ano, dormindo ou acordado.”“.
(Shakespeare)
“O professor pensa ensinar o que sabe, o que recolheu nos livros e da vida, mas o aluno aprende do professor não necessariamente o que o outro quer ensinar, mas aquilo que quer aprender”.
(Affonso Romano de Sant’Anna)

"Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere
na busca, não aprendo nem ensino".
(Paulo Freire)

“O professor não ensina, mas arranja modos de a própria criança
descobrir. Cria situações-problemas".
(Jean Piaget)

“Mestre não é quem sempre ensina, mas quem de repente aprende".
(Guimarães Rosa)

“Tão importante quanto o que se ensina e se aprende é como se
ensina e como se aprende".
(César Coll)

“Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes
brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se
a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”.
(Paulo Freire)

“Não se pode falar de educação sem amor".
(Paulo Freire)

“O profissional que não lê livros e revistas de sua especialidade é um charlatão".
(Lauro de Oliveira Lima)

“A educação é o processo pelo qual o indivíduo desenvolve a condição humana, com todos os
seus poderes funcionando com harmonia e completa, em relação à natureza e à sociedade. Além do mais, era o mesmo processo pelo qual a humanidade, como um todo, se elevando do plano animal e continuaria a se desenvolver até sua condição atual. Implica tanto a evolução individual quanto a universal".
(Friedrich Froebel)

“Não devemos transformar a mediocridade em valor de vida".
(Lauro de Oliveira Lima)

“Ler não é decifrar, escrever não é copiar".
(Emilia Ferreiro)

"Um livro pode ser nosso sem nos pertencer. Só um livro lido nos pertence realmente".
( Eno T. Wanke )

"De que adiantará um discurso sobre a alegria se o professor for um triste?”.
(Artur da Tabula)
"Educar é de certo modo transformar um animal humano em cidadão".
(Ferreira Goulart)

"O saber "entra" pelos sentidos e não somente pelo intelecto".
( Frei Bato )

"Educar é crescer. E crescer é viver. Educação é, assim, vida no sentido mais autêntico da palavra".
( Anísio Teixeira )

"Ao brincar com a criança, o adulto está brincando consigo mesmo".
( Carlos Drummond de Andrade )

"As crianças têm uma sensibilidade enorme para perceber que a professora faz exatamente o contrário do que diz".
( Paulo Freire )

"Nenhum ser humano é bastante perfeito para ter o direito de matar aquele que considera como inteiramente nocivo".
( Gandhi )

"Procure ser um homem de valor em vez de procurar ser um homem de sucesso".
( Albert Einstein )

"O coração da criança é campo favorável à semeadura do bem"

"Se uma criança vive com aceitação e amizade aprende a encontrar o amor no mundo"
"Duvidar de tudo ou crer em tudo. São duas soluções igualmente cômodas, que nos dispensam, ambas de refletir!”.
( Henri Paincore )

" O nascimento do pensamento é igual ao nascimento de uma criança: tudo começa com um ato de amor. Uma semente há de ser depositada no ventre vazio. E a semente do pensamento é o sonho. Por isso os educadores, antes de serem especialistas em ferramentas do saber, deveriam ser especialistas em amor: intérpretes de sonhos."
( Rubem Alves ).

" Os educadores precisam compreender que ajudar as pessoas a se tornarem pessoas é muito mais importante do que ajudá-las a tornarem-se matemáticas, poliglotas ou coisa que o valha.”.
(Carl Rogers)

50 IDEIAS PARA 2010 - "MAS VAMOS USAR EM 2011, 2012...."

Para ser um professor eficiente, não basta ter boa vontade. É preciso estudar muito e sempre, dedicar-se, planejar e pensar em diferentes estratégias e materiais para utilizar nas aulas. Para levar todos a aprender, é essencial ainda considerar as necessidades de cada um e avaliar constantemente os resultados alcançados. Seu desempenho, no entanto, só será realmente bom se você conhecer o que pensam os alunos e considerar que as famílias são parceiras no processo de ensino.
Confira as ações propostas.

1. Adapte o currículo da rede à realidade
Um plano de trabalho anual baseia-se no projeto pedagógico e deve estar de acordo com as necessidades de aprendizagem dos alunos da instituição.

2. "O trabalho em classe depende do que é feito antes e depois dele. Por isso, estude o assunto e pense nas melhores maneiras de ensiná-lo. Crie as condições para a aprendizagem.

3. Administre bem o horário de trabalho.
Distribuir os conteúdos pelo tempo das aulas é complicado. Para determinar as atividades prioritárias, baseie-se na experiência de anos anteriores e na de colegas. Pense na quantidade de horas que você vai dedicar aos estudos, à elaboração das aulas e à correção de tarefas.

4. Antecipe as respostas dos alunos.
Cada problema proposto por você provoca um efeito no grupo. Os alunos podem apresentar respostas e dúvidas variadas e seguir estratégias diversas de resolução. Antes de iniciar a aula, pense em intervenções que colaborem para todos avançarem em relação ao conteúdo tratado.

5. Selecione os recursos para cada atividade
Tudo o que será usado na aula precisa ser preparado com antecedência. Desse modo, todos terão à disposição os recursos mais adequados e úteis para a realização das diferentes tarefas.

6. Reorganize a sala de acordo com a tarefa
A adequação do ambiente é o primeiro passo para um trabalho produtivo. Por isso, deixe-o arrumado de forma compatível com a atividade a ser realizada.

7. Aproveite todo o material disponível

8. Não tranque os livros no armário
Obras de diferentes gêneros que compõem o acervo da escola precisam ficar disponíveis para consulta ou leitura por prazer. Coloque-as em uma sala de fácil acesso ou na própria classe, em prateleiras ou caixas à vista. Isso incentiva o hábito da leitura e o cuidado no manuseio das publicações.

9. Manter os trabalhos dos alunos expostos faz com que aprendam a apreciar e valorizar o que é do outro e acompanhar o que foi feito por todos.
10. Peça ajuda para arrumar os espaços
Ao terminar uma atividade, a responsabilidade por organizar a sala pode ser dividida com toda a turma.

11. Transgrida e mude sua prática
Experimente novos materiais, varie o tipo de atividade e reveja estratégias constantemente.


12. Exponha a rotina diariamente
É essencial mostrar o que você vai ensinar, explicitando os objetivos, o conteúdo tratado, em quanto tempo isso vai se dar e como será a dinâmica.

13. Negocie acordos com a garotada
Apenas exibir o regulamento que deve ser seguido na escola não convence crianças e jovens e, por isso, não funciona. Os famosos combinados também só são bem aceitos quando feitos coletivamente e não impostos por você de maneira disfarçada. Assim todos veem sentido nas regras e passam a adotá-las.

14. Tenha interesse pelas ideias dos estudantes
Ao propor atividades instigantes, em que são levantadas hipóteses, conheça o pensamento de cada um. O que eles dizem sobre aquele assunto? Esse conhecimento é fundamental para conduzir a aula. Em vez de apenas corrigir erros, encaminhe o raciocínio dos alunos para que solucionem o problema.

15. A lição de casa deve ser um momento individual de estudo, descoberta e reflexão.

16. Enriqueça seu trabalho com as parcerias
Se sua escola tem acordos com outras instituições, utilize os recursos disponibilizados por elas da melhor forma possível.

17. Ao formar grupos, junte saberes diversos
Seu papel na divisão da classe para atividades em equipe é fundamental. Considere muito mais do que afinidades e reúna aqueles com conhecimentos diferentes e próximos, que têm a aprender e ensinar. Explique que todos precisam atuar juntos para trocar informações, o que é diferente de cada um fazer uma parte da tarefa e juntar tudo no fim.

18. Acompanhe quem tem mais dificuldade
Não existem turmas homogêneas. Para atender os estudantes com diferentes graus de desenvolvimento, são necessárias estratégias variadas. Pense, com antecedência, em atividades que podem ser mais adequadas e desafiadoras para aqueles que não estão no mesmo nível da maioria.

19. Considere e valorize as competências

20. Valorize sua relação com a criança que tem algum tipo de deficiência para reconhecer suas necessidades: nada substitui o vínculo e o olhar observador.

21. Fique atento à experiência de todos
Em uma sala de aula, cada um tem uma história, vem de uma família diferente e tem uma bagagem de experiências culturais. Valorize essa.

22. Crie um ambiente de aceitação
Seu papel também é garantir que se estabeleçam relações de confiança e respeito. Por isso, torne constantes as propostas que proporcionam a cooperação, a amizade, o respeito às diferenças e o cuidado com o outro.
23. Dê o exemplo e não se omita no dia a dia
Assistir a uma situação em que ocorrem desrespeito ou preconceito sem reagir não condiz com o trabalho docente. Destaque os comportamentos éticos e não deixe que outro tipo de relação faça parte da rotina da escola.

24. Faça sempre o diagnóstico inicial
Antes de ensinar um conteúdo, faça o diagnóstico. Ele é uma ferramenta rica para registrar em que nível cada um está e o que falta para que os objetivos propostos sejam alcançados.
25. Diga ao aluno o que espera dele
Os critérios de avaliação devem estar sempre claros. Só quando o estudante sabe os objetivos de cada atividade e o que você espera, ele passa a se responsabilizar pelo próprio aprendizado.

26. Documente os trabalhos significativos
Registrar as atividades e guardar as produções mais relevantes é importante para analisar o percurso de cada um e o que foi vivido em sala.

27. Avalie o potencial de aprendizagem
Ao desafiar os jovens com questões sobre o que ainda não foi visto em sala, você analisa o percurso que estão construindo e a relação que fazem entre o conhecimento adquirido e informações novas.

28. Compartilhe os erros e os acertos
O principal objetivo das avaliações não deve ser atender à burocracia, ou seja, determinar as notas a ser enviadas à secretaria. A função delas é mostrar a você e à meninada o que foi aprendido e o que ainda falta. Por isso, compartilhe os resultados pontuando os erros e mostrando como podem ser revistos.

29. Na hora de avaliar, note três aspectos: o avanço de todo o grupo, as mudanças de cada estudante e o aprendizado dele em relação à turma.

30. Use a avaliação para mudar o rumo
Propostos durante todo o ano, provas, seminários, relatórios e debates mostram o que a garotada aprendeu ao longo do processo. Essas ferramentas só são úteis quando servem para você redirecionar a prática e oferecer pistas sobre novas estratégias ou como trabalhar conteúdos de ensino.

31. Reflita sobre sua atuação para melhorar
A autoavaliação é preciosa para ajudar a perceber fragilidades. Todos os dias, ocorrem situações que permitem repensar o trabalho em sala e o contato estabelecido com a equipe e a família dos alunos.

32. Paute as reuniões com os pais
Os assuntos tratados em cada encontro devem ser determinados de acordo com o que está sendo desenvolvido naquele momento com os alunos.

33. Faça parcerias com os responsáveis
A reunião de pais não é o momento de críticas, mas de favorecer a participação e a parceria deles com você. Para isso, diga como a escola vê o processo de aprendizagem e mostre a produção dos alunos.

34. Informe-se sobre os familiares
Durante as reuniões, peça que os pais se apresentem e digam o que fazem.

35. Muitos pais não se manifestam nas reuniões porque não sabem quais são os objetivos da escola. Quando o professor apresenta informações como essas, a participação aumenta.

36. Resolva as questões recorrentes
As reclamações citadas com frequência pelos pais devem, sempre que possível, ser levadas em conta para que sejam solucionadas rapidamente. Dar atenção às falas legitima a participação deles.

37. Olhe para o entorno e participe
Levando em conta as características e as necessidades da comunidade em que está inserida a escola, proponha maneiras de organizar ações com o objetivo de alcançar o bem-estar.

38. Planeje com a ajuda dos colegas
Uma aula só é boa se é bem preparada. Aproveite o horário de trabalho pedagógico coletivo para isso. Você pode compartilhar ideias, articular conteúdos e planejar projetos em conjunto, medidas indispensáveis para construir uma escola de qualidade.

39. Recorra ao coordenador pedagógico
Para pensar as avaliações, dar ideias sobre materiais de uso em sala ou como trabalhar determinado conteúdo, o coordenador pedagógico é um parceiro. Convide-o a observar as aulas e indicar atividades e formas de aprimorar sua relação com o grupo.

40. Discuta sobre o ensino e a aprendizagem
Ao trocar ideias com outros professores, dê menos ênfase às questões de comportamento dos estudantes e mais às relativas à aprendizagem.

41. Priorize as relações profissionais
Uma boa convivência entre os colegas de trabalho deve ser pautada pelo conhecimento, pela colaboração e pela cooperação.

42. Tanto professores mais experientes como profissionais mais jovens podem ser seus parceiros. Respeite as opiniões deles

43. Identifique e supere suas dificuldades
O primeiro passo para buscar mudanças é determinar suas falhas. Invista no que pode ser aperfeiçoado.

44. Mostre seu trabalho em outros lugares
Depois de organizar suas produções, compartilhe-as com os colegas. Conte a eles o desempenho das classes e o resultado das atividades.

45. Aprenda com a prática dos outros
Os cursos de formação são os momentos mais ricos para conhecer educadores. As experiências trazidas por eles podem enriquecer seu repertório, ajudando a lidar com diferentes situações.

46. Continue os estudos para crescer sempre
Faz parte do trabalho docente pesquisar e ficar em dia com o que há de novo na área.

47. Use a tecnologia para ensinar
Muitos jovens devem ter melhor domínio do computador do que você. Procure capacitação para incorporar recursos que aprimorem o ensino da disciplina que você leciona.

48. Assista a palestras sobre sua área
Para conhecer resultados de uma nova pesquisa, se aprofundar em algum assunto e ampliar um saber, assistir a palestras é uma boa opção.

49. O professor é alguém inspirador, seguido pelos alunos. Por isso, seja uma pessoa melhor ao diversificar seus interesses e conhecimentos e observar o mundo.

50. Procure planejar seu futuro
Faça uma ampla pesquisa para acertar nas mudanças, alavancar sua carreira e se tornar um professor melhor.
FONTE: REVISTA NOVA ESCOLA – dezembro 2009.

Leitura: Cadernos de Desenhos







Probleminhas 1º e 2º

Brincando um pouquinho!!!

1-Chute a gol:
Fazer a fila para organização da brincadeira, cada criança na sua vez tem três tentativas para acertar o gol. A um sinal dado a criança tenta acertar o gol, numa mini trave que deverá ser previamente providenciada.

2-Jogo do bicho
Desenhe um animal de costas ou de lado numa cartolina e prenda numa parede. Cada participante deve receber uma etiqueta autocolante grande (já destacada). De olhos vendados, deve caminhar até o desenho e colar o rabo do animal. Quem colocar o rabo mais próximo do local correto é o vencedor.


3-Pescaria:
Uma bacia com areia, peixes de papel e varinhas de pescar. Uma pessoa de cada equipe terá 30 segundos para tentar pescar. Quem conseguir mais peixes será o vencedor.

4-. Derruba latas
(uma pilha de latinhas de alumínio). Será escolhida uma criança por equipe. O objetivo é ver que equipe consegue derrubar mais latinhas com uma bolinha

5. Competição da bolinha
Será colocada duas caixas por equipe. Uma com bolinhas e a outra vazia. Dada a largada uma criança de cada equipe terá que correr para levar as bolinhas para a caixa vazia. Quem conseguir levar mais bolinhas em 30 segundos será o vencedor.

6. Lança argolas
Cada equipe escolherá um participante que seja bom de arremesso. Esse participante tentará acertar a argola no bico da garrafa. Quem conseguir acertar mais argolas ganha.

Dinâmicas para Crianças


Brincando com o barbante

Grupo: alunos de pré-escola à 4a série.

Objetivos: a dinâmica é uma ótima oportunidade para você observar melhor o comportamento da turma.

Tempo: 1 aula

Local: A brincadeira pode acontecer na classe ou no pátio, dependendo do tamanho da turma.

Material: bastam um rolo de barbante e uma tesoura sem ponta para começar a brincadeira.

Desenvolvimento: Forme com os alunos uma grande roda e, em seguida, cada criança mede três palmos do cordão, corta para si e passa o rolo adiante. Sugira que cada um brinque com o seu pedacinho de barbante.
Balançando o cordão no ar ou formando uma bolinha com ele, por exemplo, as crianças podem perceber sua textura, flexibilidade e versatilidade. Depois, toda a turma, incluindo o professor, cria no chão um desenho com o seu pedaço de barbante.
Prontas as obras, o grupo analisa figura por figura. Comentários e interpretações são muito bem-vindos.
Após percorrer toda a exposição, cada um desfaz o seu desenho e amarra, ponta com ponta, seu barbante ao dos vizinhos.
Abaixados ao redor desse grande círculo feito de cordão, as crianças devem criar uma única figura.
Proponha que refaçam juntos, alguns dos desenhos feitos individualmente. No final, em círculo, a turma conversa sobre o que cada um sentiu no decorrer da brincadeira.
Enquanto as crianças escolhem juntas qual o desenho irão fazer e colocam a idéia em prática, o professor aproveitará para observá-las. Nessa fase da brincadeira surgem muitas idéias e cada aluno quer falar mais alto que o colega.
Alguns buscam argumentos para as suas sugestões, outros ficam chateados, debocham da situação, ameaçam abandonar a roda e, às vezes, cumprem a palavra.
O professor deve ficar atento ao comportamento da turma durante esses momentos de tensão. Eles serão produtivos se você abandonar sua posição de coordenador e deixar o grupo resolver seus impasses, ainda que a solução encontrada não seja, na sua opinião, a melhor.

Conclusão: Por meio desse jogo, os alunos tomam consciência de seu potencial criativo e se familiarizam com as atividades em equipe.
É muito interessante repetir a brincadeira com a mesma classe semanas depois. É hora de comparar os processos de criação com o barbante, avaliando a evolução do grupo diante de um trabalho coletivo.


Lógicos
Jogo “O mestre mandou”

Objetivos: Os alunos farão comparações cada vez mais rápidas quando estiverem pensando na peça que se encaixe em todas as condições dos atributos ditados pela professora.

Material: Uma caixa de Blocos Lógicos, composto por quarenta e oito blocos geométricos, composto de quatro tipos de “figuras”: círculo, triângulo, quadrado e retângulo; que variam em três cores: azul, vermelho e amarelo; em dois tamanhos: pequeno e grande; e em duas espessuras: fina e grossa.

Desenrolar: Os alunos deverão encontrar a peça que obedeça à seqüência de comandos estabelecida pela professora.
A seqüência poderá ser iniciada com os atributos: círculo, azul e grosso.
Os alunos escolherão a peça correspondente. O comando seguinte é mudar para a cor vermelha. Eles selecionarão um círculo grosso e vermelho. Em seguida, devem mudar para a espessura fina. Então, um círculo vermelho e fino deverá ser selecionado.
A professora poderá continuar acrescentando comandos ou apresentar uma seqüência pronta.
Faça depois o processo inverso. Os alunos serão apresentados a uma nova seqüência de comandos, já com a última peça.
Eles deverão reverter os comandos para chegar à peça de partida.

Conclusão: A atividade é essencial para o entendimento das operações aritméticas, principalmente a adição como inverso da subtração e a multiplicação como inverso da divisão.

Brincando com o dicionário

Objetivos: O uso do dicionário amplia o vocabulário, melhora a interpretação da leitura e esclarece as dúvidas ortográficas. Através desse jogo o aluno sente-se incentivado a descobrir o significado da palavra desconhecida e familiariza-se brincando com o uso do dicionário.

Material: Um dicionário, folhas de papel, lápis ou caneta, lousa para anotar as respostas e a pontuação dos grupos.

Desenrolar: Divida a classe em grupos. Apenas um dicionário será utilizado por um grupo a cada rodada.
O primeiro grupo, que terá o dicionário em mãos, escolherá uma palavra do dicionário que ache desconhecida por todos, falando-a em voz alta para os demais grupos.
Se houver algum integrante de qualquer grupo que saiba a resposta correta ao ser anunciada, antes de começar a rodada, marca 4 pontos para o seu grupo.
Cada grupo escreverá numa folha um significado para a palavra, inclusive o grupo que tem o dicionário em mãos, que colocará a definição correta.
A professora recolhe as folhas e lê todas as definições, inclusive a correta. Escreve as respostas na lousa.
Cada grupo escolhe a definição que achar certa.
O grupo conta a definição correta.
A professora marca na lousa os pontos dos grupos de acordo com a seguinte regra:
2 pontos = para o grupo que deu a resposta correta.
3 pontos = para o grupo que escolheu a palavra, se ninguém tiver acertado ou 1 ponto para cada acerto por grupo.
4 pontos = para o grupo que tiver um integrante que saiba a resposta correta ao ser anunciada, antes de começar a rodada.
O jogo continua até que todos os grupos tenham escolhido a palavra no dicionário ou até que algum grupo tenha atingido um número de pontos estipulado anteriormente pela classe.

Comprimento
Medida de Comprimento - Dinâmica

Grupo: crianças a partir de cinco anos.
Objetivos: desenvolver a noção de estimativa, equivalência e medida por meio de comparações. A dinâmica desse exercício estimula o raciocínio e a percepção das crianças em relação às medidas-padrão.

Tempo: 1 aula

Local: sala de aula ou uma sala grande.
Material: Esta é uma brincadeira que basta usar o material dos próprios alunos para começar a brincar: caneta, uma borracha, um livro, ou até o próprio palmo das crianças, uma régua, uma trena ou uma fita métrica.

Desenvolvimento: Para começar a brincadeira, divida a turma em quatro grupos.
Escolha para cada um deles um objeto que deve substituir a régua como unidade de medida.
Esse objeto pode ser uma caneta, uma borracha, um livro, ou até o próprio palmo das crianças.
Em seguida, defina os objetos que cada grupo deve medir — por exemplo, a carteira, a porta, a lousa ou a altura da parede onde começa a janela.
Antes que a turma comece a realizar as medições, estimule as crianças a fazer estimativas: quantas borrachas elas acham que seriam necessárias para determinar o comprimento da mesa? E a largura?
Como seriam os resultados se, em vez desses objetos, a classe usasse um livro e um caderno para fazer as medidas? E assim por diante.
Depois, peça a eles para fazerem as medições, anotando num papel os resultados encontrados por cada membro do grupo. Enquanto isso, desenhe na lousa uma tabela a da figura.
Observando-se a tabela, fica claro como as medidas informais são imprecisas.
Peça então à turma para repetir as medidas usando uma régua, uma trena ou uma fita métrica.
Dessa vez as medidas vão diferir muito pouco de um aluno para outro e de um grupo para outro. Utilize essas constatações para discutir com as crianças a experiência que acabaram de ter.

Conclusão: É bem provável que elas cheguem sozinhas à conclusão de como é importante se ter medidas-padrão.


Caça ao objeto

Faz-se uma lista de objetos fáceis de serem encontrados no local onde a festa será realizada.
Reúne-se os participantes para avisá-los do tempo disponível e o nome do objeto que devem procurar. Ao sinal de um apito todos correm para procurá-lo. Ao sinal de outro apito devem retornar pois é o aviso de que o tempo terminou ou o objeto já foi achado. O primeiro que retornar com o objeto pedido é o vencedor. Se o objeto não for encontrado , pede-se o seguinte da lista.


Corrida do milho
Traçam-se duas linhas paralelas e distantes. Atrás de uma das linhas, coloca-se uma bacia com grãos de milho. Atrás da outra linha, os participantes são reunidos aos pares - um deles segura uma colher e o outro um copo descartável.
Dado o sinal, os participantes com a colher correm até a bacia. Enchem a colher com milho e voltam para a linha de largada. Lá chegando, colocam o milho no copo que seu companheiro segura. Vence a dupla que primeiro encher o copinho com milho.


Corrida do ovo na colher
Marca-se um local de partida e outro de chegada. Cada corredor deve segurar com uma das mãos (ou a boca) uma colher com um ovo cozido em cima.
Vence quem chegar primeiro ao local de chegada, sem derrubar o ovo. Se quiser variar, substitua o ovo cozido por batata ou limão.


Corrida do Saci ou Corrida dos sapatos
Traçam-se duas linhas paralelas e distantes. Na primeira linha, os corredores tiram os sapatos, que são levados para trás da outra linha, onde são misturados.
Dado o sinal, eles devem sair pulando com o pé esquerdo até a outra linha. Depois de calçar seus sapatos, devem retornar, pulando com o pé direito. Vence quem chegar primeiro ao local de chegada, estando calçado de modo correto.

Corrida do saco
Marca-se um local de partida e outro de chegada. Cada corredor deve colocar as pernas dentro de um saco grande de pano e segurá-lo com ambas as mãos na altura da cintura. Dado o sinal, saem pulando com os dois pés juntos. Vence quem chegar primeiro ao local de chegada.
Nota: Para substituir o saco de pano pelo de plástico (grosso) de lixo, que é mais escorregadio, é preciso testar o local da corrida com antecedência.


Corrida dos pés amarrados

Marca-se um local de partida e outro de chegada. Os participantes sno reunidos em duplas. Com uma fita, o tornozelo direito de um é amarrado ao tornozelo esquerdo de seu par.
Dado o sinal, as duplas participantes devem correr até a chegada. Marca-se um local de partida e outro de chegada. Vence a dupla que chegar primeiro.


Dança da laranja

Formam-se alguns casais para a dança.
Uma laranja é colocada entre as testas de cada par. Os casais devem dançar, sem tocar na laranja com as mãos. Se a laranja cair no chão, o casal é desclassificado. A música prossegue até que fique só um casal.


Dança das cadeiras

Forma-se um círculo com tantas cadeiras quantos forem os participantes menos uma. Os assentos ficam voltados para fora. Coloca-se música e todos dançam em volta das cadeiras. Quando a música parar, cada um deve sentar numa cadeira. Um participante vai sobrar e sair da brincadeira. Tira-se uma cadeira e a dança recomeça.
Vence quem conseguir sentar-se na última cadeira.


Vai e volta!
Faça seu próprio bumerangue

O bumerangue é aquele objeto meio curvo que, quando é arremessado, volta para a mão da pessoa que o jogou. Ele é sempre associado aos aborígenes (os habitantes nativos da Austrália), porque era muito usado por esse povo, que jogava os bumerangues nas árvores altas para colher frutos e também em animais grandes para matá-los. Para os aborígenes, o bumerangue servia como arma.
Mas essa arma, que também pode se transformar em um brinquedo, não surgiu na Austrália. O bumerangue é o primeiro artefato voador construído pelo homem. O bumerangue mais antigo já encontrado foi feito há 23 mil anos na Polônia. Também usaram bumerangues os indígenas brasileiros, os incas do Peru e os nativos norte-americanos.
Hoje em dia, arremessar bumerangues se tornou um esporte e existem até competições internacionais. A cada dia surgem bumerangues de novos materiais e formatos, tudo para fazer com que eles voem mais longe e com mais velocidade.

É muito fácil ter seu próprio bumerangue. Você só precisa de um pedaço de papel cartão ou qualquer outro papel duro. Daí, é só cortar seguindo o modelo abaixo (se você quiser, imprima o molde, cole-o sobre o papel cartão e corte em volta do desenho).
O jeito certo de atirar o bumerangue é segurar pela ponta do lado mais comprido e jogá-lo um pouco inclinado.


Corrida de barquinhos
Aproveite cascas de nozes para criar barcos e... Boa diversão!

Você vai precisar de...
* Cascas de nozes
* Papel colorido
* Palitos de dente
* Massa de modelar
* Cola branca

Como fazer
1 Desenhe um retângulo com as laterais arrendondadas e depois passe o palito no papel como na foto.
2 Faça uma bolinha de massinha, grude na ponta e cole na noz.
3 Cole dois palitos na noz como aparece na foto.
4 Coloque água em um recipiente e chame a turma para uma competição!

Consultoria: Guiza Rocha, artista plástica